RIAD BOUTIQUE IMOBILIÁRIA LTDA
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Antes dos edifícios, vieram as chácaras.
É difícil imaginar hoje, olhando para a Oscar Freire, Faria Lima ou Avenida Europa, que boa parte dessa região já foi formada por chácaras e grandes propriedades.
A transformação aconteceu no início do século XX.
São Paulo crescia rapidamente e uma nova elite econômica buscava uma maneira diferente de morar.
Foi nesse contexto que surgiu o conceito de bairro-jardim.
Jardim América
O Jardim América ocupa um lugar especial nessa história.
O projeto começou em 1913 e foi desenvolvido pela Companhia City, com participação de Barry Parker, urbanista inglês ligado ao conceito de cidade-jardim.
A proposta era muito diferente do padrão tradicional de ocupação urbana.
Grandes terrenos.
Ruas arborizadas.
Recuos.
Baixa densidade.
Residências cercadas por jardins.
O objetivo era criar qualidade de vida e, ao mesmo tempo, exclusividade.
Jardim Europa
O sucesso do Jardim América estimulou a expansão do modelo.
O Jardim Europa surgiu posteriormente, em direção ao Rio Pinheiros.
Seu traçado e sua identidade urbanística ajudaram a formar uma das áreas residenciais mais sofisticadas da cidade.
A presença de ruas associadas a países europeus reforça até hoje a identidade do bairro.
Jardim Paulista
O Jardim Paulista nasceu em uma área acima do Jardim América, em direção à Avenida Paulista.
Sua urbanização seguiu características diferentes das ruas curvas do Jardim América.
O bairro se tornou mais conectado ao crescimento da Avenida Paulista e posteriormente passou por intensa verticalização.
Hoje, essa combinação entre história e urbanização faz do Jardim Paulista um dos bairros mais procurados por quem busca apartamentos de alto padrão.
Jardim Paulistano
O Jardim Paulistano completa o conjunto.
Próximo ao Jardim Europa e à Faria Lima, tornou-se uma das áreas residenciais mais estratégicas de São Paulo.
A proximidade com empresas, restaurantes e comércio sofisticado mudou seu perfil ao longo das décadas.
O patrimônio dos Jardins
O valor histórico não desapareceu com a verticalização.
Pelo contrário.
A preservação do conjunto urbano tornou-se parte da identidade dos bairros.
Estudo publicado pela Universidade de São Paulo analisa justamente o tombamento e o valor urbano dos bairros-jardim.
É por isso que caminhar pelos Jardins ainda revela uma São Paulo muito diferente daquela encontrada em outras regiões da cidade.
Um século depois
Mais de cem anos depois do início do Jardim América, a região continua entre os principais endereços imobiliários de São Paulo.
Mas talvez a maior prova do sucesso daquele projeto esteja justamente nisso:
a ideia de qualidade de vida criada no início do século XX continua sendo um dos principais argumentos para morar nos Jardins no século XXI.
Antes dos edifícios, vieram as chácaras.
É difícil imaginar hoje, olhando para a Oscar Freire, Faria Lima ou Avenida Europa, que boa parte dessa região já foi formada por chácaras e grandes propriedades.
A transformação aconteceu no início do século XX.
São Paulo crescia rapidamente e uma nova elite econômica buscava uma maneira diferente de morar.
Foi nesse contexto que surgiu o conceito de bairro-jardim.
Jardim América
O Jardim América ocupa um lugar especial nessa história.
O projeto começou em 1913 e foi desenvolvido pela Companhia City, com participação de Barry Parker, urbanista inglês ligado ao conceito de cidade-jardim.
A proposta era muito diferente do padrão tradicional de ocupação urbana.
Grandes terrenos.
Ruas arborizadas.
Recuos.
Baixa densidade.
Residências cercadas por jardins.
O objetivo era criar qualidade de vida e, ao mesmo tempo, exclusividade.
Jardim Europa
O sucesso do Jardim América estimulou a expansão do modelo.
O Jardim Europa surgiu posteriormente, em direção ao Rio Pinheiros.
Seu traçado e sua identidade urbanística ajudaram a formar uma das áreas residenciais mais sofisticadas da cidade.
A presença de ruas associadas a países europeus reforça até hoje a identidade do bairro.
Jardim Paulista
O Jardim Paulista nasceu em uma área acima do Jardim América, em direção à Avenida Paulista.
Sua urbanização seguiu características diferentes das ruas curvas do Jardim América.
O bairro se tornou mais conectado ao crescimento da Avenida Paulista e posteriormente passou por intensa verticalização.
Hoje, essa combinação entre história e urbanização faz do Jardim Paulista um dos bairros mais procurados por quem busca apartamentos de alto padrão.
Jardim Paulistano
O Jardim Paulistano completa o conjunto.
Próximo ao Jardim Europa e à Faria Lima, tornou-se uma das áreas residenciais mais estratégicas de São Paulo.
A proximidade com empresas, restaurantes e comércio sofisticado mudou seu perfil ao longo das décadas.
O patrimônio dos Jardins
O valor histórico não desapareceu com a verticalização.
Pelo contrário.
A preservação do conjunto urbano tornou-se parte da identidade dos bairros.
Estudo publicado pela Universidade de São Paulo analisa justamente o tombamento e o valor urbano dos bairros-jardim.
É por isso que caminhar pelos Jardins ainda revela uma São Paulo muito diferente daquela encontrada em outras regiões da cidade.
Um século depois
Mais de cem anos depois do início do Jardim América, a região continua entre os principais endereços imobiliários de São Paulo.
Mas talvez a maior prova do sucesso daquele projeto esteja justamente nisso:
a ideia de qualidade de vida criada no início do século XX continua sendo um dos principais argumentos para morar nos Jardins no século XXI.










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